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Blauth Concertino para Oboé e Cordas

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Home Forums Music and Media Double Reed Sheet Music Blauth Concertino para Oboé e Cordas

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    Dwight Manning
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    Brenno Blauth’s Concertino Para Oboé e Cordas, T. 17 (Concertino For Oboe and Strings), is now available from Trevco Music Publishing http://www.trevcomusicpublishing.com/ and Trevco-Varner Music http://www.trevcomusic.com/ in a newly engraved edition for both Oboe and String Orchestra, and Oboe and Piano (reduction). This first published edition of the work, edited by Dwight Manning and Mosineide Schulz, marks the fiftieth anniversary of the Concertino’s composition.

    Brenno Blauth (Porto Alegre, 1931- São Paulo, 1991) studied music in Porto Alegre, Brazil with João Schwarz Filho and Ênio de Freitas e Castro, and in Rio de Janeiro with Paulo Silva and Newton Pádua. In Rio de Janeiro, he founded the “Movimento Musical Renovador” (Musical Renewal Movement) an initiative to introduce lesser-known composers to the general public through concerts and radio programs in various cities. His first compositional phase had a nationalistic character, using elements of folklore. From 1952-56, he composed works for piano without great concern for compositional aesthetics. Later styles assimilated dodecaphonic resources, atonal, polytonal, and aleatoric techniques. His last compositional phase sought a return to traditional forms with an original interpretation. In 1963, he moved to São Paulo to develop his compositional skill. In that same year, he represented Brazil at the Youth Music Festival in Paris. In 1974 his Quinteto para Sopros, No. 1 (Wind Quintet) won the award for chamber music at the São Paulo Association of Art Critics, and his work was presented posthumously at the XIII Biennial of Contemporary Brazilian Music in 1999.

    Brenno Blauth was not a professional composer, but this did not prevent him from producing a large body of compositions. Blauth used the letter T for “Trabalho” (Portuguese: Work) rather than the traditional “Opus” to number his works chronologically. Not all his compositions are well finished. Some, such as Trio T.12, present partial ideas and allow the performers’ choices and decisions to complete what the composer did not fully develop. Others, however, are well formed and developed. This is indeed the case of T.17, the Concertino para Oboé e Cordas (Concertino For Oboe and Strings). Blauth’s own personal catalog of works, his widow Sra. Noely Blauth, and the 1976 Catálogo de Obras by Ferreira all confirm the compositional year of 1962.

    The Concertino breathes an atmosphere of nationalistic music. The early 1960s marked a Brazilian musical revival of nationalism, and Blauth’s Concertino played an important part in this process. The year 1962, however, marks the apex of this period. Brenno Blauth’s compositions are heard today throughout Brazil and abroad.
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    O Concertino para Oboé e Cordas de Brenno Blauth (T. 17) já está disponível na TrevCo Music Publishing (http://www.trevcomusicpublishing.com/) e na Trevco-Varner Music (http:// http://www.trevcomusic.com/) em uma nova edição, que contempla tanto Oboé e Orquestra de Cordas como Oboé e Piano (redução). A inédita publicação, produzida por Dwight Manning e Mosineide Schulz, marca o cinquentenário da composição do Concertino.

    Brenno Blauth estudou música em Porto Alegre, com João Schwartz Filho e Ênio de Freitas e Castro, e no Rio de Janeiro com Paulo Silva e Newton Pádua. No Rio de Janeiro, fundou o “Movimento Musical Renovador”, que tinha como finalidade apresentar ao publico geral compositores menos conhecidos através de concertos e programas de rádios em diversas cidades. Sua primeira fase teve características nacionalistas utilizando-se de elementos folclóricos. Entre os anos de 1952 e 1956, compôs peças para piano com mais liberdade, fugindo da rígida estética tradicional e mais tarde, incorporou ao seu estilo elementos do dodecafônismo, atonalismo, politonalisto e técnicas aleatórias, buscando em sua ultima fase um retorno às formas tradicionais com interpretações mais originais. Em 1963, buscando ampliar e desenvolver sua técnica como compositor, mudou-se para São Paulo, e neste mesmo ano, representou o Brasil no “Youth Music Festival”em Paris. Em 1974, sua peça Quinteto para Sopros, No. 1, foi premiado na categoria música de câmara pela Associação dos Críticos de Artes em São Paulo, sendo apresentada em 1999 na Bienal de Música Contemporânea Brasileira, após sua morte.

    Blauth não foi um compositor profissional, porém isso não o impediu de manter uma intensa produção musical. Para designar suas peças, Blauth usava a letra T, de trabalho, no lugar do tradicional “Opus”. Algumas de suas peças não foram terminadas, como o Trio T.12, que permite aos instrumentistas maior liberdade para completar as idéias que não foram inteiramente desenvolvidas pelo compositor, entretanto, outras peças trazem idéias completas e bem desenvolvidas como a peça T.17, Concertino para Oboé e Cordas, escrita no ano de 1962, cuja data consta em seu catálogo pessoal de obras, herdado por sua viúva, Sra. Noely Blauth e no Catálogo de Obras de 1976, feito por Ferreira.

    O Concertino traz uma atmosfera nacionalista, marca do movimento que buscava retomar o nacionalismo na música brasileira no começo dos anos 60 e teve seu auge no ano de 1962. Hoje, as obras de Brenno Blauth são conhecidas no Brasil e no mundo.

    #115898
    Dwight Manning
    Participant

    According to our research based on accounts of his widow, Sra. Noely Blauth, and in contrast to other claims https://pt.wikipedia.org/wiki/Breno_Blauth, Brenno Blauth did not study with Camargo Guarnieri after relocating to São Paulo in 1963.

    In 1963, he moved to São Paulo to develop his compositional skill. In that same year, he represented Brazil at the Youth Music Festival in Paris.

    For more biographical information see https://www.academia.edu/2437059/Blauth_B._2012_._Concertino_for_Oboe_and_Strings_T._17_._D._Manning_and_M._Schulz_Eds._Tallevast_FL_TrevCo_Music_Publishing

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